Teatro Chico Anysio

Eventos

Comenda D. Hélder Câmara, Colar do Mérito e Medalha de Ética Paulo Maria de Aragão são entregues no Teatro Chico Anysio.

A SOCER – Sociedade Cearense de Cidadania, realizou na última segunda-feira, 28 de maio/2018, as 17h, uma bonita e concorrida festa no Teatro Chico Anysio, em Fortaleza. Na ocasião foram entregues a Comenda D. Hélder Câmara, o Colar do Mérito e a Medalha de Ética Paulo Maria de Aragão. Ainda na ocasião foi relançado o livro “RUA CARAPINIMA – Ecos e Ícones”. Autor: Paulo Maria de Aragão.

A comenda D. Hélder Câmara foi entregue ao Dr. Amauri Paula Pessoa, membro da Academia Brasileira de Farmácia, filantropo e estudioso das ciências farmacêuticas, além de exímio pianista.

O Colar do Mérito Institucional, criado para agraciar seus membros fundadores e beneméritos, foi conferido, in memoriam, ao Dr. Paulo Maria de Aragão e recebido por sua filha única, Dra. Carolina Martins de Aragão.

Os agraciados com a Medalha de Ética Paulo Maria de Aragão foram:

 1 – Desembargadora Dra. Gizela Nunes da Costa

Magistrada e professora universitária. Pertence à Academia Fortalezense de Letras, (inclusive já tendo sido presidente desta entidade); Academia Sobralense de Estudos e Letras, Associação Brasileira de Bibliófilos; Sociedade Cearense de Geografia e História e Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil.

 2 – Dr. Francisco Jacinês Luz

Professor universitário e Procurador do Município.

3 – Professor Francisco Soares

Educador, escritor, fundador e diretor do Teatro Chico Anysio e ex-proprietário do Colégio Agapito dos Santos.

4 – Dr. Gustavo Régis Vasques

Médico dermatologista, membro do NEHSC/Fortaleza, vinculado ao Programa de Pós-graduação da PUC/SP.

5 – Leonardo Ramos de Miranda Henriques

Administrador de Empresas, diretor Financeiro do IFOTO (Instituto de Fotografia). Fotógrafo, Documentarista, Fotojornalista, premiado pela Academia Cearense de Imprensa.

6 – Prof. Manuel Aguiar de Arruda

Ex-vereador de Fortaleza, ex-deputado Estadual e Federal. Dedicou a sua vida à educação, sendo proprietário de uma Rede de Escolas como O Colégio Objetivo, o Colégio Padre Jordan e o Colégio Paulo Sarasate.

7 – General Manoel Teophilo Gaspar de Oliveira

O General, pertencente a quinta geração de uma linhagem de Generais, descendentes do I império do Brasil.

8 – Dra. Neide Galhardi

Advogada e empresária.

9 – Comendador Nonato Soares de Castro.

Odontólogo, membro da Academia Cearense de Odontologia, Presidente do Conselho Consultivo da Sociedade Cearense de Cidadania, Professor e Coronel da PM.

10 – Dr. Raimundo Marcílio de Amorim

O agraciado é administrador de Empresas e Contador. Superintendente da Receita Federal do Ministério da Fazenda e também foi da Cia Docas do Ceará.

11 – Literato Reginaldo Vasconcelos

Advogado, escritor e jornalista. Reginaldo é Presidente da Academia Cearense de Letras e Jornalismo.

12 – Radialista Tom Barros – Antônio de Paula Barros

Radialista, jornalista, apresentador de televisão, narrador esportivo, advogado, além de cantor e Aviador!

HOMENAGEM AO TEATRO CHICO ANYSIO

O Professor Chico Soares, diretor do Teatro Chico Anysio, ainda recebeu uma placa em homenagem e agradecimento do CONSELHO DIRETOR DA SOCIEDADE CEARENSE DE CIDADANIA (SOCER) composto pelas Profas. Dras.   Luciara de Aragão, Vilma Maria Barreto Paiva e Dr. Rildson Martins. A placa será fixada no mural do Teatro.

AS FALAS

A Professora Dra. Luciara Silveira de Aragão e Frota, Presidente do Conselho Diretor da SOCER, foi a 1ª a falar, dando boas vindas a todos. O Dr. Rildson Magalhães Martins, membro do Conselho Diretor, saudou os homenageados. O Dr. George Fontenele falou, transmitindo como representante do NEhSC da PUC/SP, em Fortaleza, as congratulações da Profa. Dra. Yvone Dias Avelino, do Programa de Pós-Graduação da citada Instituição, à Sociedade Cearense de Cidadania (SOCER). Finalizando, o Comendador Dr. Nonato Soares falou em nome dos homenageados.

O mestre de cerimônia do evento foi o Jader Soares.

SOBRE A SOCER

A Sociedade Cearense de Cidadania foi fundada no dia 22 de abril de 1999, constituindo-se num organismo civil sem fins lucrativos.

O PATRONO

A SOCER elegeu como patrono o nome do cearense D. Hélder Câmara, então arcebispo emérito de Olinda e Recife, que em carta pessoal agradeceu esta escolha.

A COMENDA

A Comenda D. Hélder Câmara, foi entregue pela 1ª vez a D. Paulo Evaristo Arns, Cardeal Emérito de São Paulo e Grão-Chanceler da PUC-SP.

Esta escolha se liga também aos laços afetivos que ligam alguns do que fazem a SOCER àquela tradicional instituição de ensino.

Recebeu também tão ilustre honraria o ex-deputado cearense eleito pelo Paraná, Alencar Furtado, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados com a presença de diversas autoridades nacionais.

 

Lançamento do Livro Diálogos Brasileiros e performance teatral

 

O livro DIÁLOGOS BRASILEIROS (Fortaleza, 2018, ed. Impressão e Selo Literário Poetaria) reúne a peça teatral BÁRBARA DE ALENCAR e PINTO MARTINS – uma conversa entre heróis, o roteiro cinematográfico ENCONTREM O BISMARCK – entre o disfarce e a desfaçatez, e o do CD FOTOGRAFIA e outras canções (bônus).

Bárbara Pereira de Alencar, Dona Bárbara do Crato, acompanhou seu filho José Martiniano de Alencar, pai do prodigioso José de Alencar, à Câmara do Crato e o viu, ante aclamação popular, destituir de seus cargos todos os monarquistas e instituir o Governo Provisório Republicano. A Revolução de 1817 instalava-se no Crato. Era 3 de maio daquele inusitado 1817.

Os revolucionários brasileiros de então visavam tomar as rédeas de seu país, interrompendo o domínio lusitano que então já era visto como usurpador, tirânico. Pretendiam alijar do poder aqueles que eram chamados pejorativamente de “marinheiros”, os que cumpriam à risca as regras ditadas pela Coroa portuguesa.

A Revolução de 1817, iniciada em Pernambuco e expandida pelas demais províncias nordestinas, teve como desaguadouro a Independência do Brasil, de 1822. Insatisfeitos com a proclamação, pois o mando continuava a ser imposto pelos portugueses e somente por eles, os revolucionários de 1817 erigiram a Confederação do Equador, em 1824, cujo chefe político era precisamente Tristão Gonçalves, filho de Bárbara, ou Tristão Araripe, conforme se autodenominou no curso de sua luta política contra os reinóis, afastando seus “apelidos portugueses” e adotando nome de matriz brasileira, extraído da Chapado do Araripe, que o fascinava desde menino.

Submetida depois ao episódio histórico denominado a Grande Marcha dos Heróis Acorrentados, entre o Crato e Fortalezas, Dona Bárbara em muito padeceu por apoiar seus filhos e demais insurgentes, sendo despossuída dos seus bens e humilhada a mais não poder, mantendo, não obstante, a veneranda senhora sua dignidade inalcançável.

Por tais feitos, sagrou-se Bárbara a heroína a que o autor da obra em comento quis associar ao Euclydes Pinto Martins.

O elo entre ambos vai se dar com a devoção ao Brasil, à independência, à liberdade. Dona Bárbara querendo nos livrar dos colonizadores, Pinto Martins oferecendo sua vida em troca de enaltecer a vocação nacional pela aviação, seguindo definitivamente os passos de Santos Dumont. Vão, Bárbara e Pinto Martins, encontrar-se ficticiamente ao serem comemorados os 100 anos de nossa Independência, em setembro de 1922, portanto (no seu raid, New York/Rio de Janeiro, o Sampaio Corrêa, hidroavião de Pinto Martins deveria pousar no Rio de Janeiro por ocasião dos festejos).

Pinto Martins deixou sua Camocim, no Ceará, para, após alguns anos no Rio Grande do Norte, para onde fora transferido seu pai, ir aos Estados Unidos. Ali formou-se engenheiro, tirou o brevê e logo foi tomado pelo sonho de cruzar as Américas em voo pioneiro. Conseguiu a tripulação e equipe cinematográfica, obteve financiamento e decolou de Nort River, em 17 de agosto de 1922.

Logo a seguir sua viagem anunciava o primeiro de diferentes atropelos que os acometeriam. Caiu o Sampaio Corrêa no mar de Cuba, logo após deixarem o espaço aéreo norte-americano. Era noite. Salvaram-se graças a lições náuticas aprendidas por Pinto Martins quando grumete no Rio Grande do Norte. Ele enviou sinais de luz usando potente lanterna que levava a bordo. Foram salvos pela canhoneira Denver, ancorada na base militar americana de Guantánamo. Os tubarões que circulavam o Sampaio Corrêa daquela feita não lograram êxito…

Quando finalmente Pinto Martins e equipe pousaram em águas brasileiras, na ilha de Maricá, no Pará, o fizeram na antessala de uma pororoca!

Ao chegarem no Rio de Janeiro, foram aclamados pela população e conduzidos pelo senador Sampaio Corrêa, incentivador do raid, presidente do Aeroclube carioca, a encontro com o presidente Arthur Bernardes. Chegava a seu fim aquela inédita aventura do intrépido Pinto Martins, herói-aviador.

Na conversa encenada, os heróis cearenses se referem a seus feitos e refletem sobre o Brasil, cantam e declamam poesias, querem que o público vivencie sua própria história.

Adiante, o livro desponta no cinema. Traz como protagonista um vingador bem brasileiro, atrás de reaver joias de sua família surrupiadas por um ambicioso empresário, que acaba envolvido com o Movimento Estudantil, o ME, no Rio de Janeiro de 1968. O empresário vilão agora via-se às voltas com dólares americanos despejados no Brasil sob a égide do combate aos comunistas.

O roteiro, que caminha sob um viés bem-humorado, engendra um Bismarck, o ator multifacetário, capaz de imitar com precisão as pessoas e suas vozes, a imprimir ao texto situações inusitadas que vão ganhando dramaticidade singular.

Para além dos trejeitos bismarqueanos, surge uma tremenda mulata carioca, a Lana, que sofre a ação do embate político-ideológico de então, na condição de atenta e, por vezes, indignada observadora. Outro a sofrer os efeitos da refrega é o Laurentino, típico operário-padrão que vê o mundo desmoronar a sua volta sem atinar com qualquer explicação.

A ação cinematográfica finda no Congresso da União Nacional dos Estudantes-UNE ocorrido em Ibiúna, São Paulo. Até lá, o roteiro faz com que suas personagens trafeguem na polarizada capital carioca, oferecendo ao espectador sucessivas surpresas bem típicas do acidentado 1968.

O livro, por fim, oferece como bônus musical o CD FOTOGRAFIA e outras canções. Os registros reproduzidos no álbum constam dos discos RUPESTRE, ESTRELAS ANÃS e O DIA DOS BICHOS, de André Lopez, além de trazerem interpretações ao vivo de clássicos de Noel Rosa, no show BRASIL SAMBA NOEL do grupo Com que Roupa?, integrado por André, levado no Espaço Cultural Oboé, em Fortaleza.

O livro em lançamento ressalta o caráter multimídia da produção de André Lopez. Esse aspecto é destacado no profícuo prefácio de Geraldo Jesuíno, que além de escritor de nomeada e gritante talento, tem editado a produção literária do autor que já conta com o romance AS AREIAS CANTANTES DO RIO e o livro de contos A LONGA TRAJETÓRIA DO ESPÍRITO. Os laureados poetas Dimas Macedo, que escreve na chamada quarta capa, e Jorge Pieiro, revisor, também fazem parte do time que logrou trazer-nos obra em busca essencialmente de exaltar o talento equânime e indelével do cearense, “aventureiro e nômade”, no dizer autorizado de um Jáder de Carvalho.

Eis que outro Jáder surge no empreendimento, no caso o Jáder Soares. Se no início de maio teremos o lançamento da obra, no final do mesmo mês está prevista a estreia da referida peça BÁRBARA DE ALENCAR e PINTO MARTINS – uma conversa entre heróis, também no Teatro Chico Anysio, dirigida pelo Zebrinha e encenada por Vevê Miranda e Erich Cardonha, atores os quais, durante o lançamento do livro, farão performance tomando excertos da obra.

Autoria: ANDRÉ LOPEZ

Local: Teatro Chico Anysio

Data: 10/05/2018

Hora: 20 horas

Performance teatral por Eveline Ceará e Erich Cardonha, com direção de Jáder Soares.

30º Festival de Mentiras dará UM REAL em prêmio!

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            O Teatro Chico Anysio será palco do 30º Festival de Mentiras. O evento que acontece em Fortaleza, anualmente, no dia 1º de abril, sempre debaixo do Cajueiro Botador (Cajueiro da Mentira), na Praça do Ferreira, rememorando a história dos potoqueiros das antigas, este ano acontecerá no palco do Teatro Chico Anysio, devido dia 1º cair num domingo. E no domingo, a Praça do Ferreira é deserta.                

             O Festival abre as comemorações do Mês do Humorista. Na ocasião será escolhido o Mentiroso do Ano, que levará além do Troféu Pantaleão (Personagem mentiroso de Chico Anysio), premiação em dinheiro. Devido à crise que assola o país, houve uma possibilidade de redução do valor do prêmio, mas, depois de muitos encontros e desencontros, o valor foi mantido: R$ 1,75 (Um Real e Setenta e Cinco Centavos), assim distribuído:

           1º Colocado R$ 1,00 

           2º Colocado R$ 0,50

           3º Colocado R$ 0,25            

           O prêmio será pago na hora, em espécie, sem desconto, e em moeda corrente do Brasil, sob forte esquema de segurança. 

           Qualquer pessoa poderá disputar. Porém, já que estamos em ano eleitoral, é vedada a participação de todo e qualquer brasileiro que for candidato a qualquer cargo político. Motivo: concorrência desleal. Eles treinam incessantemente. 

            Para participar, basta preparar uma boa mentira, pegar o microfone e soltar o verbo.            

            Quem vai escolher o Maior Mentiroso do Ano será o público, através de aplausos, vaias, gritos, gemidos, estalos de dedos, assobios ou outra manifestação qualquer de apoio ao seu mentiroso preferido.

Inscrições:

As inscrições serão realizadas no próprio Teatro, dia 1º de abril, a partir das 18h. De graça. O Festival acontecerá às 19h. Se quiser reservar sua vaga, ligue 85 999 91 0460 (TIM). 

 

História do Festival de Mentiras

 

           De 1904 a 1920, na Praça do Ferreira, debaixo do Cajueiro Botador (era assim chamado porque botava caju o ano todo – e isso é verdade), o Ceará assistia a sua festa mais tradicional, popular e moleca que era o Festival de Mentiras, realizado, é claro, no dia 1º de Abril. Ali, intelectuais, artistas, bebuns e desocupados passavam o dia escrevendo e afixando papelotes no Cajueiro, com todo tipo de mentiras, de preferência, as mais provocantes à sociedade e aos homens do poder. 

         Em 1920, o Prefeito Godofredo Maciel, sentindo-se incomodado com a brincadeira, mandou derrubar o Cajueiro, acabando com a farra. 

           Na última reforma da Praça do Ferreira, no governo de Juraci Magalhães, foi plantado um novo cajueiro e colocado a seu lado uma placa que conta um pouco desta história. 

           Em 2006, depois de 86 anos sem acontecer o evento, o Escritório do Riso/Museu do Humor Cearense retomou o Festival de Mentiras, realizando-o nos anos de 2006, 2007, 2008 e 2009 no Teatro Chico Anysio. Em 2010, o Festival voltou à Praça do Ferreira, seu lugar de origem. Ano passado, o Festival retornou ao Teatro Chico Anysio, da mesma forma que acontecerá em 2018. O motivo do Festival de Mentiras está acontecendo mais uma vez no Teatro, é simples: dia 1º de abril cai num domingo. Na Praça do Ferreira só rola quando o 1º de abril cai de segunda à sexta. O 30º de Mentiras abre a programação do Mês do Humorista.

12 de Abril é o Dia Nacional do Humorista 

Por isso, Abril, é o Mês do Humorista

Lei Estadual nº 13.317 de 02/07/2003 (Ceará)

Lei Municipal nº 9518 de 23/10/2009   (Fortaleza)

Lei Federal nº 13.082 de 08/01/2015 (Brasil)

A data remete ao nascimento do humorista Chico Anysio

(12 de abril de 1931)

Chico Anysio faleceu no dia 23 de março de 2012. Há 6 anos.

 

SERVIÇO:

30º Festival de Mentiras

1º de abril de 2018 (Domingo) – 19h

Local: Teatro Chico Anysio

(Av. da Universidade, 2175)

Entrada: de graça!

 

INFORMAÇÕES:

Jader Soares

(85) 999 91-0460 – 3252-374

escritoriodoriso@gmail.com

 

 

HUMOR COM AMIGOS no TCA

HUMOR COM AMIGOS
Lailtinho – Cleber Fernandes e Zeca Estrada
Sábado (24 de fevereiro/2018) 20h
Inteira – 30 Reais
Teatro Chico Anysio
Av. da Universidade, 2175 – Benfica

Comprando ingresso para o Show, você ganha cortesia para conhecer o Museu do Humor Cearense, antes ou depois do espetáculo.
O Museu fica no mesmo endereço do Teatro Chico Anysio.
(85) 3252 37 41 – 999 91 0460

 


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CARNAVAL 2018 – Escolha de Rei Momo será no Teatro Chico Anysio

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Escolha do Rei Momo, Rainha e Princesa de Fortaleza, acontecerá neste sábado, 27 de janeiro no palco do Teatro Chico Anysio

“A Crônica Carnavalesca do Ceará em parceria com a Secultfor realiza neste sábado, no Teatro Chico Anísio na Avenida da Universidade 2175, a partir das 20 horas, a eleição da Realeza do Carnaval de Fortaleza, acontecimento marcante do Reinado da Folia da capital cearense. Serão escolhidos o Rei Momo, a Rainha e a Princesa do Carnaval de 2018.
A coroação da Realeza acontecerá no Náutico, na abertura do 51º Baile de Carnaval da Saudade, quando o prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio entregará a Chave da Cidade ao soberano da folia da capital da Terra da Luz”
Ramon Paixão.

SERVIÇO:

CARNAVAL 2018

Escolha do Rei Momo, Rainha e Princesa de Fortaleza
Local – Teatro Chico Anysio
Sábado – 27 de janeiro
20h

2018 começa cheio de graça no Teatro Chico Anysio

BRANCA DE NEVE

A história que sua mãe não contou

Com Luana do Crato

Todas as Quintas de janeiro – 20h

Inteira – 10 Reais

Meia – 5 Reais

A RESSECA DO PERU

Dia 12 de janeiro – 20h

Inteira – 20 Reais

Meia – 10 Reais

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Ricardo Dione comemora 35 anos de DAYANY PRINCY

Domingo -dia 14 de janeiro

20h

Inteira: 20 Reais – Meia: 10 Reais

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TAMANHO NÃO É DOCUMENTO

Show de estreia de BOLACHINHA

Artista de Cinema, Televisão, Rádio e Radiola

Dia 20 de janeiro – 20h

Inteira – 30 Reais

Meia – 15 Reais